Outro equívoco mencionado constantemente: “sua recaída teve efeitos leves, foi apenas um lapso!”

Outro equívoco mencionado constantemente: “sua recaída teve efeitos leves, foi apenas um lapso!”

Se o seu terapeuta falou a frase acima, mude de terapeuta imediatamente.

Por que é errado afirmar que existe LAPSO?

Antes de tudo, vamos fixar a seguinte tese: todo processo de recaída é gravíssimo e essa premissa é irrefutável. Desse modo, não podemos banalizar nenhuma reintoxicação física. Porém, existem efeitos que são gerados pelo processo de recaída que podem ser mensurados.

Esses efeitos correspondem aos fatos ocorridos durante a recaída (critério objetivo) e ao período de exposição às drogas/álcool (critério cronológico). Ademais disso, não se pode olvidar que existe, sempre, um risco de dano subjacente e permanente durante qualquer efeito produzido pelo processo de recaída (critério residual).

Assim, mesmo o processo de recaída com efeitos moderados possui um risco de dano que, do ponto de vista técnico, não pode ser ignorado. Então, ao admitir a existência de lapso estaríamos deixando de lado a análise de risco, ou seja, embora os efeitos produzidos pela recaída possam ser moderados, os riscos que a pessoa passou não podem ser desconsiderados.

Leia o texto na íntegra e entenda isso com detalhes:

TEORIA DO NÍVELDOS EFEITOS DO PROCESSO DE RECAÍDA (CLIQUE AQUI)

Bons estudos!

Escritor: Péricles Ziemmermann

publicado
Categorizado como NOVIDADES

Por Pericles Ziemmermann

Autor dos livros "PRINCÍPIOS ABSTEMIOLÓGICOS", "TEORIAS ABSTEMIOLÓGICAS", "ITINERÁRIOS ABSTEMIOLÓGICOS" e "ABSTEMIOPATIAS". Advogado e especialista em diversas áreas. Pesquisador de temas abstemiológicos. Criador do maior site do Brasil sobre estudos da Vida Abstêmia: Abstemiologia.